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Yo Yo Ma - Dvorak
Pershkrimi videos:Dvorak Silent woods by Yo Yo Ma
Yo-Yo Ma (Paris, 7 de outubro de 1955) é um músico norte-americano nascido na França, de origem chinesa, considerado um dos melhores violoncelista virtuosos da história.
Yo-Yo Ma nasceu na França numa família de origem chinesa com forte influência musical. Sua mãe, Marina Lu, era cantora, e seu pai, Hiao-Tsiun Ma, era maestro e compositor. Ma começou estudando violino e depois viola, antes de se interessar pelo violoncelo, instrumento que começou a manipular aos quatro anos de idade, com seu pai. Depois de um primeiro concerto em Paris, aos seis anos de idade, a família de Ma se muda para Nova York.
Ma era uma criança prodígio, tendo aparecido na televisão norte-americanda com oito anos de idade, em um concerto conduzido por Leonard Bernstein. Ele entrou para a Juilliard School (na qual tinha aulas com Leonard Rose), e passou um semestre estudando na Universidade de Columbia antes de se matricular na Universidade de Harvard, mas se questionava sobre se valeria a pena continuar a estudar até que, nos anos 70, o estilo de Pablo Casals o inspirou.
Retorna à França para tocar com a Orquestra Nacional da França e com a Orquestra de Paris, sob a direção de Myung-Whun Chung.
Já desde sua infância e adolescência, Ma possuia uma fama bastante estável e havia tocado com algumas das melhores orquestras do mundo. Suas gravações e interpretações das Suites para violoncelo solo de Johann Sebastian Bach são particularmente aclamadas.
Em 1978, Ma se casou com a violinista Jill Hornor. Eles tem dois filhos, Nicholas e Emily. Sua irmã mais velha, Yeou-Cheng Ma, também nascida em Paris, é violinista e junto com Yo-Yo coordena um projeto chamado Children's Orchestra Society (COS) em Long Island, nos EUA.
Atualmente, Ma toca com o Silk Road Project, que visa juntar músicos de vários lugares do mundo de países pelos quais passava a histórica Rota da Seda.
Conforme anúncio do secretário geral das Nações Unidas, Kofi Annan, em janeiro de 2006, Ma se uniu à lista dos embaixadores da paz da ONU, a exemplo de vários outros músicos, como o tenor Luciano Pavarotti e o jazzista Wynton Marsalis, entre outros.
O principal instrumento de performance de Yo-Yao Ma é o Petúnia, feito por Domenico Montagnana em Veneza em 1733. Esse instrumento já foi esquecido no banco traseiro de um táxi em Nova York, mas mais tarde reencontrado ileso.
Outro violoncelo usado por Ma é um stradivarius Davidov, tocado anteriormente por Jacqueline du Pré e deixado para Ma após a morte desta última. Du Pré já havia expressado sua frustração com a impredictabilidade daquele violoncelo, enquanto Ma associa isto ao estilo passional de du Pré ao tocar e diz que esse cello necessita ser coagido por seu intrumentista. Até pouco tempo atrás, esse cello era utilizado apenas para a execução de música barroca. Ma também possui um violoncelo de fibra de carbono, criado por Luis & Clark.
Yo-Yo Ma é habitualmente citado pela crítica como o "o mais omnívoro de todos os cellistas" e de fato possui um repertorio muito mais eclético do que é esperado para um instrumentista erudito.
Ma já apresentou e gravou um sem-número de peças de música barroca e de outras escolas da música clássica, em instrumentos de época ou modernos. Compõem também seu repertório peças de música tradicional e popular, como por exemplo a trilha sonora do filme O tigre e o dragão. Tangos argentinos de Astor Piazzola, música brasileira, e a partitura minimalista de Philip Glass para Naqoyqatsi.
Seu último disco (As of 2006) é o resultado da colaboração de Ma com vários outros músicos, para a trilha sonora do filme Memórias de uma Gueixa.
Yo-Yo Ma habitualmente se mostrou aberto a formas musicais distintas da música erudita e clássica, como o jazz e o tango. Além disso, também costuma incorporar a seus trabalhos formas de musicalidade tradicionais e primitivas, quando, por exemplo, toca com membros do povo das savanas do Kalahari na África.
Ma também patrocinou os primeiros anos da Orquestra East-Western Divan (fundada por ele e Edward Said), orquestra árabe-israelense dirigida por Daniel Barenboim (cujo nome divan, em árabe quer dizer encontro).
Ma atuou recentemente em um episódio da série infantil de TV infantil Arthur, além das séries West Wing, Sesame Street e Mister Rogers' Neighborhood.
Além disso, também estreou no acompanhamento visual de sua gravação de Bach de Seis Suítes para um Violoncelo Solo.
Recentemente, Ma também se encontrou com Steve Jobs, presidente da Apple e da Pixar. Yo-Yo Ma é frequentemente convidado para eventos para a imprensa das companhias de Jobs, tendo chegado a tocar no palco durante uma palestra de abertura de um evento da Apple apresentado por Jobs.
Antonin Leopold Dvorak nasceu em Nelahozeves (Rep. Tcheca), a 8 de setembro de 1841. Filho de um humilde comerciante, aos oito anos de idade Dvorak teve despertada sua vocação musical. Mas só pôde realizar os primeiros estudos em 1853, já residindo na cidade de Zlonice. Quatro anos depois instalou-se em Praga, onde iniciou uma vida de sacrifícios, aliviados quando foi premiado pela composição de um hino patriótico (1873).
Depois de uma fase influenciada por Wagner e Liszt, tornou-se adepto do movimento nacionalista tcheco iniciada por Smetana. O impulso decisivo para a sua carreira ocorreu em 1877 quando, sob recomendação de Brahms, os Duetos morávios foram editados na Alemanha. Desde então, os programas de concerto no estrangeiro passaram a colocar em destaque o nome de Dvorak.
Na Inglaterra, houve uma acolhida sobremodo entusiástica (iniciada com a apresentação das Danças eslavas), a ponto de quase se tornar a segunda pátria do compositor. Várias vezes Dvorak esteve em Londres e outras cidades britânicas, regendo as próprias obras, entre estas a Sinfonia em ré maior e o oratório Santa Ludmilla. Em 1891, a universidade de Cambridge lhe conferiu o título de doutor honoris causa.
Por essa época, já era numerosa a produção de Dvorak. Tinha abordado todos os gêneros, revelando-se especialista em música de câmara. O Trio para piano Op. 90 - Dumky (1891), foi logo incorporado ao repertório de todos os conjuntos camerísticos. A posição estética do compositor também já estava definida, como a de seu conterrâneo Smetana, igualmente abeberado nas fontes folclóricas.
Popularidade, fama, honrarias, tornaram-se comuns na vida de Dvorak. Em Praga, recebeu também o título de doutor honoris causa da universidade. Foi nomeado professor e mais tarde diretor do conservatório. Chegou a ser nomeado membro da câmara dos pares do império austríaco.
Sua fama atravessou o Atlântico. Dvorak foi dirigir o conservatório de Nova Iorque. Nos Estados Unidos, foi atraído pela melodia dos índios e dos negros. Três anos na América resultaram para Dvorak na fase mais conhecida de sua atividade criadora. A ela pertencem obras como a célebre Sinfonia n.º 9 em mi menor - Do Novo Mundo (1893); o Quarteto em fá maior Op. 96, arbitrariamente apelidado de Americano (1893); o Concerto para violoncelo em si menor Op. 104 - obra-prima no gênero; e uma coletânea de peças para piano intitulada Humoresques, das quais a sétima chegou a ser a música quase mais tocada em todo o mundo.
Quando retornou a Praga, a fidelidade às origens continuou inalterada. Dvorak dedicou-se à composições de peças sinfônicas e óperas. E nestas últimas, principalmente, os elementos musicais e dramáticos são de pura inspiração folclórica tcheca. A glória em vida acompanhou-o até a morte. Dvorak morreu em Praga, a 1.º de maio de 1904 e foi sepultado como herói nacional.
Dvorak apareceu como um improvisador, bem menos atento às regras de estruturação formal. Embora Smetana, sempre obediente às normas tradicionais, fosse seguidor de Liszt e Wagner - ao passo que Dvorak é discípulo de Brahms, Schumann e, sobretudo, de Schubert - Dvorak é bem mais, rapsódico. Daí, por certo, a popularidade que alcançou no mundo inteiro.
Da fase americana de Dvorak também resultou um equívoco, hoje esclarecido: dizia respeito ao aproveitamento do folclore dos Estados unidos, em detrimento das fontes eslavas; mas pesquisas musicológicas, levadas a efeito em Harvard, concluíram por confirmar o original caráter eslavo da Sinfonia n.º 9 e do Quarteto Americano.
Óperas - Vanda (1875), Rusalka (1900), Armida (1902-1903)
Concertos - Concerto para violino em lá menor (1880), Concerto para violoncelo em si menor Op. 104 (1895)
Trios - Trio para piano em si bemol maior Op. 21 (1875), Trio para cordas em fá menor Op. 65 (1883), Trio para piano em mi menor Op. 90 - Dumky (1891)
Quartetos - Quarteto para cordas em lá menor Op. 16 (1874), Quarteto para piano em mi bemol maior Op. 87 (1889), Quarteto para cordas em fá maior Op. 96 - Americano (1893)
Quintetos - Quinteto para piano em lá menor Op. 81 (1887), Quinteto para cordas em si bemol maior Op. 97 (1893)
Sinfonias - Sinfonia n.º 8 em sol maior Op. 88, Sinfonia n.º 9 em mi menor Op. 95 - Do Novo Mundo (1893)
Compôs ainda um oratório (Santa Ludmilla), um Stabat Mater (1877), um Requiem (1890), um Te Deum (1892), peças para piano, para violino, canções, etc.
http://www.classicos.hpg.ig.com.br/index2.htm
Video te Peraferta:
Komentet: Shfaqi || Fshehi
Dergoje Videon:














look, yo yo ma plays his cello at the side and is one of the few that do that. look at the video. but you wouldnt think of doing that would you?
But I'm no Yo Yo Ma in the making :P But yea, I get your point.
see perlman has some weird forms too, but i really actually understand because it works better for him.
i guess maybe you do tilt the cello, but i guess teh flat finger vibrato also works best for him. but thats an interesting concept.